
O Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Mato Grosso do Sul (Sinpospetro) recorreu à bancada para tentar impedir o autoabastecimento nos postos de combustíveis e, consequentemente, manter os mais de 5 mil empregos no Estado.
O novo modelo de serviço está previsto na emenda 18, da Medida Provisória 1063/2021. A proposta de automatizar a operação foi apresentada novamente pelo deputado Kim Kataguiri (DEM-SP).
Segundo a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro), no Brasil, mais de 500 mil trabalhadores ficariam desempregados.
O objetivo do ofício enviado é para que senadores e deputados não votem à favor e também lutem contra o projeto.
“Nós acreditamos que não vai passar e nossa categoria está trabalhando contra, que é para não desempregar o pai de família”, disse ao Correio do Estado, o presidente da Sinpospetro, José Hélio da Silva.
O ‘pedido de ajuda’ também foi enviado para o governador Reinaldo Azambuja; prefeito Marcos Trad; deputados federais e estaduais e vereadores de Campo Grande.
Ainda de acordo com o presidente do Sinpospetro, o País não tem a cultura de operar o próprio atendimento e que o produto é de elevado risco.
“É um produto periculoso, precisa de um treinamento para o manuseio desse produto, e deixar de alguma forma a sociedade sem um preparo para isso, nós somos contra”, finalizou.